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Diálogos AMSUR: África – Diversidade, Importância Geopolítica e Relação com Brasil

A realização da Cúpula do BRICS, nesta semana, em Joanesburgo, na África do Sul, reforça a emergência de um mundo mais multipolar. O Continente africano, na sua enorme diversidade étnica, política, econômica, social e ambiental vem desempenhando, cada vez mais, papeis distintos no quadro que vem conformando esse novo e complexo mundo multipolar. O Brasil, no atual Governo Lula, está alçando crescente protagonismo na gestação desse novo desenho da geopolítica, buscando equilibrar sua relação com as grandes forças políticas e econômicas preponderantes. Para o Brasil, a relação com seu entorno imediato – na América do Sul e, logo também, com o chamado Sul Global, particularmente o Continente africano – vem firmando maior independência no processo de reconstrução e transformação desse novo quadro.


Como se vem transformando a África, com seus tão distintos 54 países, suas tão diferentes histórias nacionais, seus tão variados idiomas, numa gama amplíssima de regimes políticos, histórias coloniais, exploração econômica, formações sociais, riquezas naturais? Como entender os múltiplos quadros de interesses políticos e geopolíticos que se vêm instituindo nesse vasto território? Como o Brasil joga e pode jogar papeis dentro desse quadro? Qual a importância para o Brasil da sua amizade diplomática com as nações africanas e da criação de um ambiente de relações compartilhadas com os países desse Continente, em harmonia e fortalecimento da multipolaridade necessária na nova ordem mundial?


Para conversarmos sobre esse importante tema, contaremos com as contribuições de:


Jonuel (José Manoel) Gonçalves, ativista político na luta pela independência e democratização de Angola, economista, professor na UFF e escritor de livros de ficção e não ficção, “nomadizando” entre Angola, Brasil e Portugal.


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