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Diálogos AMSUR: Brasil e China – Importância da Visita de Lula

Nesta semana, Lula, acompanhado de enorme delegação governamental, empresarial e social, esteve na China. Esta é a quarta viagem internacional de Lula nesta sua terceira gestão, precedida que foi por sua ida a Argentina, Uruguai e Estados Unidos. Com essas viagens e, particularmente, com esta ida à China, o Brasil vai retomando sua importância internacional, como ator econômico, político e geopolítico.

Na China, além da Declaração Conjunta assinada pelos dois mandatários nacionais, Lula e Xi Jinping, foram firmados 15 acordos de parceria entre os dois países e 20 acordos empresariais. Nesse conjunto de documentos, manifestaram-se entendimentos sobre a paz e a cooperação mundial, sobre a necessária revisão dos instrumentos de governança mundial, incluindo a ONU e, no seu bojo, o Conselho de Segurança, sobre ações compartilhadas de desenvolvimento rural e combate à fome, sobre o combate às mudanças climáticas, sobre a cooperação entre entes subnacionais dos dois países e sobre o acordo MERCOSUL-China. Também se desenharam parcerias para o desenvolvimento do sétimo satélite espacial conjunto, a cooperação em pesquisas conjuntas e desenvolvimento industrial, parcerias culturais e no campo das tecnologias de informação, etc.. Ademais disso, também se desenharam acordos empresariais nas áreas de energia renovável e mudanças climáticas, em logística para exportação, em desenvolvimento de conhecimento técnico, em tecnologias de baixo carbono, em telecomunicação, em habitação de interesse social, etc..

Para a discussão dessa grande gama de aspectos, contaremos com a contribuição de:

Márcio Pochmann, economista, presidente do Instituto Lula, ex-presidente da Fundação Perseu Abramo e do IPEA, professor titular no Instituto de Economia da UNICAMP-SP;

José Renato Peneluppí Jr., Advogado; Especializado em Administração Publica Chinesa pela HUST (Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong, associado ao Center for China and Globalization (CCG), integrante do coletivo Camélias do Leblon e radicado na China desde 2010.



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